Nossa vida sem sexo: "Eu amo nosso relacionamento, é tão saudável, há menos pressão"

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Mais de dois anos após sua estreia no Festival de Cinema de Sundance, nos Estados Unidos, o filme Slow estreou nesta quarta-feira, 6 de agosto. Dirigido pela lituana Marija Kavtaradze, o filme conta a história do romance de Elena com Dovydas, que se assume assexual: ele sente pouca ou nenhuma atração sexual. Embora seja ficção, o filme é a realidade que os 12% dos franceses que se identificam como assexuais em 2024, segundo uma pesquisa do Ifop, podem enfrentar. Esse é particularmente o caso de Elody, de 35 anos, que mantém um relacionamento com Léa, de 25.
Léa: “Depois que o Elo saiu, levei uns seis meses para me adaptar. E, no final, o equilíbrio veio naturalmente. Quando me senti frustrada — senti muita frustração no começo — conversei com ele sobre isso. Depois, me tratei e passou. Durou apenas alguns minutos, então logo percebi que não era tão debilitante para mim. Aprendi a me ouvir, a conhecer meu corpo.”
Elody: "Eu posso ver que ela está frustrada no começo, mas ela não parece
Libération